
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Bye 2009/2

Avaliação - avanços e retrocessos
Creio que este é um tempo bem oportuno para falar de avaliação, pois as "pérolas" que nos são ofertadas nos conselhos de classe, se não servem para de alguma forma fazer com que o autor repense sua prática, mas para que contribua como argumento positivo na defesa de novas teorias que estào sendo desenvolvidas, com base na crítica à uma forma de avaliar, que produz repetência e fracasso escolar.Fonte: www.google.com
Aprender em rede
O texto: "Arquiteturas Pedagógicas", indicado pelo Seminário Integrador, nos oferece um norte do que será a nossa prática pedagógica no futuro próximo. Enquanto buscamos segurança para atuar a leitura nos propõe a seguinte reflexão: " Partimos do pressuposto que o conhecimento não está assentado nas certezas, como propõe a ciência mecanicista, mas sim nasce do movimento, da dúvida, da incerteza, da necessidade da busca de novas alternativas, do debate, da troca. A aprendizagem em rede, não poderá prescindir de ações que possam traduzir as idéias (teorias) em práticas. Ela necessita de expressão em práticas pedagógicas, com a proposta de educação que chamaremos de Pedagogia da Incerteza."(CARVALHO, NEVADO, MENEZES, 2007. p.38). Esta semana tive a oportunidade de conversar com a colega Márcia Menezes, enquanto fazíamos um passeio com a escola, falamos a respeito da qualidade dos textos sugeridos no curso, eu mencionei que apesar de tudo o que construímos e ela mencionou do quanto sua prática modificou, nestes anos de estudos e pesquisas, percebemos que ainda existe um longo caminho a percorrer, o díficil é ter segurança para enfrentar as novas propostas que chegam até nós. Retomando a Pedagogia da Incerteza, acredito que o ser humano deve ser desafiado nas suas convicçoes e estimulado a buscar sempre mais, ou estaríamos quebrando pedras nas cavernas. Devemos talvez agora nos apropriarmos da certeza de que nos preparamos para esta prática, então estamos um passo mais perto da compreensão da mesma.Fonte de imagens: www.google.com
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Cruzando aprendizagens...
Cruzando as interdisciplinas de Didática e Linguagem da Educação, ou seja direto do forum de linguagem onde várias colegas relataram que foram alfabetizadas com o Ivo, a colega Rosangela, escreveu uma pérola: as crianças não podem ser alfabetizdas com a baba do bebe, ela não escreveu bem assim eu troquei a ordem, ela escreveu "o bebe, baba", mas também direto da proposta de "temas geradores", Paulo Freire viu o mesmo Ivo, mas segundo Frei Beto, Paulo humanizou o Ivo que viu a uva, através de sua proposta de ensino, o fez compreender de onde a uva veio e o que é possivel a Ivo fazer com este fruto. Conversando com Paulo...
Na interdisciplina de Didática nos foi proposta a leitura do texto: A dialogicidade, essência da educação como prática da liberdade, eu adquiri o livro em um seminário de educação em 2002,
mas ainda não tinha realizado a leitura completa do livro, faço isto com muitos livros que compro, leio o que tenho interesse no momento e quando é solicitado, como é o caso. Confesso que escolhi o titulo desta postagem depois de iniciar a leitura do texto, é muito bom, e o que é mais bacana, enquanto eu lia, pensava no educador, falando com sua expressão, calma, mas convicta, de quem realmente acredita no que está dizendo. Escolhi algumas frases que gostaria de destacar: "Daí que dizer a palavra verdadeira seja transformar o mundo." (FREIRE, 1987. P. 77). Segue falando da palavra sacrificada, oca, esgotada de sua ação, o que não denuncia o mundo, também não o transforma. O educador fala com prorpiedade de palavras que demadam ação, como: o amor, a verdade, a esperança, reflexão, todas conectadas ao diálogo, porque só há diálogo quando todos estes sentimentos estão presentes. Complementa que a vida não pode ser muda, nem alimentar-se de falsas palavras, então convoca a todos para que se comprometam com a vida, buscando no diálogo o olhar investigativo do educador que se inquieta com sua prática. Fascinantemente ele descreve a relação como horizontal, onde eu não sou o único dono da verdade e o outro não é um "nativo infeior". Que o objetivo na educaçào não é investigar o homem, mas como ele pensa sua vida e que linguagens utiliza. Concordando, discordando - confusa, cansada - inexpressiva...
Esta postagem poderia ser um De-batendo II, mas quero também envergar por outras reflexões. Na aula presencial em que discutimos com a professora Liliana, a atividade de debater as teses de PAS, a maioria concordou inclusive a professora que foi extensiva e, que muitos acabaram se tornando repetitivos, pois como eram muitas teses e nós repetimos posicionamentos e argumentos diversas vezes, ficamos sem repertório. Porém bastante válida no sentido de pensar e repensar as teses, que serão norteadores das nossas práticas no próximo semestre.
De-batendo PAs - Antes eu só ensinava, agora os alunos aprendem!?
Ao longo do curso não parei nenhuma vez para realmente me posicionar frente a proposta do trabalho a partir de PAs. Penso agora na iminência da prática e com as atividades realizadas neste semestre, sistematizando aprendizagens, considero que é o momento de também fazer algumas reflexões, externar anseios e quem sabe afastar medos. Sempre considerei o trabalho por projetos a melhor forma de sintetizar conhecimentos, pois envolve o aluno de forma que ele é incentivado a buscar conhecimento, mas a forma de organizar os projetos é diferente desta proposta de PAs, diz a colega Simone Scherer, que nós fomos oorientadas no Médio, magistério, a trabalhar com projeto de ensino e agora vamos trabalhar com projetos de aprendizagem. Olha que tracadilho interessante: Antes eu só ensinava, agora os alunos aprendem!? Bem "se o conhecimento é movido pelas perguntas e não pelas respostas", como afirma o slogan, que circula na mídia, é meio idiota ficar na contramão. quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A sala de aula do EJA.


Três sala de Educação de Jovens e Adultos. O que tem nestas três salas? *pessoas; *professores; quadro; mesas, caderno, lápis, borracha... Estão enquadrados no "modelo escolar" descrito por Marta Kohl de Oliveira no texto: Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Quem aprende? Quem educa? Como são organizados os currículos para esta clientela? A metodologia utilizada é a mesma das crianças e adolescentes? Como e o que eles pensam? Quais são suas reais necessidades ao procurar a escola dartiamente na vida? O profissional foi orientado quanto as particularidades do grupo? Ao iniciar sua prática vai considerar a diversidade cultural deste aluno? Vai compreender que ele é tào inseguro quantos outros alunos, apesar da idade, que ele sente vergonha por não ter frequentado a escola no tempo apropriado? São muitas perguntas, necessitam de respostas. Oliveira no referido texto aponta vários nortes, que qualificam a prática educativa. Refletir sobre a origem, sobre metodologias para alunos que nunca estiveram, ou já faz muito tempo que estiveram em sala de aula, abordar as vivencias podem contribuir para que a aprendizagem se transforme e algo significativo e portanto evitar a evasào escolar.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, Set./Out./Nov./Dez. 1999. n.12, p.59-73.
Fonte de imagens:www.imgens.google.com.br
A surdez de quem ouve
Talvez a imagem seja um pouco exagerada, mas partindo da minha própria experiência e considerando as leituras, as imagens e o esforço da professora na última aula presencial, penso que era mais ou menos assim minha configuração antes da interdisciplina de Libras e confesso até há algun dias. Quando assisti os filmes: Seu nome é Jonas e Menino selvagem, ambos tratam da surdez de meninos. Os dois foram afastados do convívio familiar, os dois tem a oportunidade de serem reintegrados na sociedade, através de uma educação específica, elaborada por pessoas que acreditaram ser possível desenvolver potencialidades, que apesar de que um dos cinco sentidos estava comprometido, quatro ainda poderiam dignificar e qualificar a vida destas pessoas. No primeiro filme fiquei revoltada com a rejeição dos vizinhos e o constrangimento do pai e no segundo com a curiosidade descarada dos parisienses, que visitavam o menino como se fosse um animal e que deveria ser exposto. A rejeição dos meninos da escola também me fez pensar, que muitas vezes rejeitamos colegas, amigos, familiares por motivos de inveja ou mesquinharia. Geralemente são pessoas que compreendemos, mas que a persanalidade humana rejeita. Não sei ao certo se o constragimento vem da não compreensão ou de uma cultura de exclusão, mas que ele esta presente está. Constato que só eliminndo a surdez de quem é ouvinte e abrindo o leque de perspectivas e conhecimento que nos foi oportunizado que é que a situação será amenizada, porque o professor junto ao aluno, principalmente de séries iniciais, ainda tem muita credibilidade, para os alunos maiores, penso que devem passar pela mesma experiência que nós, assistir os vídeos, participar de debates e ter oportunizado aulas de Libras. Só assim o respeito, a convivência e a interção serão estabelecidos.Projetar este é o caminho
"Afinal as cianças não estão num dado momento, sendo preparadas para a vida e, no outro vivendo..." John Dewey.Se enumerassemos estas figuras do um ao quatro:
Na interdisciplina de Didática fomos orientados a ler o texto: "O pensador que levou a prática para escola" de John Dewey.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Libras - uma forma de comunicação

Língua brasileira de sinais.
Na sequencia fomos conhecer um pouco das comunidades surdas, nossa é muito bacana ver que eles tem plena comunicaçào entre eles. Um esclarecimento me fez pensar muito, dizia assim: os surdos desenvolvem quatro ósrgãos do sentido, os ouvintes cinco, o que não significa que além dos cinco, não possam ter outros que os ouvintes não desenvolvem, então o surdo aprimora muito os outros quatro para compensar o quinto e quem tem os cinco, muitas vezes nem aprimora tanto o uso destes. Veja não é um sentimento de compensação, mas uma forma de encarrar as limitações que por certo todos tem. Fiz este relato para todos os que visitarem o meu blog, possam também se livrar de certo pré- conceitos, eliminando possíveis penas e substituindo por um sentimento de respeito pelo esforço de cada em em vencer suas limitações.

Fonte de imagens:www.imagens.google.com.br
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Letrar e alfabetizar ou alfabetizar e letrar
Ou se tem letramento e não se tem alfabetização.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Planejamento o segredo da tranquilidade

Já ouvi algumas vezes que o planejamento é o segredo do sucesso, penso agora que planejar, seja o tempo, o orçamento familiar, as horas de estudos, de lazer, o trabalho em sala de aula, pode causar uma sensação fantástica de tranquilidade, ao final de um semestre, ao final do mês, e quando a coordenadoria ameaça fazer vistorias no planejamento do corpo docente, como está acontecendo agora. Não um planejamento mecânico como constatou a pesquisadora Maria Bernadette Castro Rodrigues,1 que atende a interesses escusos, mas um planejamento vivo que tem rumos definidos, que apesar de uma trajetoria

segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Educação de Jovens e Adultos
Educação de Jovens e Adultos
"Relembrando que a educação é um direito fundamental de todos, mulheres e homens, de todas as idades, no mundo inteiro;Cada pessoa_ criança, jovem ou adulto_ deve estar em condições de aproveitar as oportunidades educativas voltadas para satisfazer suas necessidades básicas de aprendizagem." Parecer 11/2000. pg 40.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Bem Vindo- 2009/2

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL - C
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS - EAD - C
LINGUAGEM E EDUCAÇÃO - C
SEMINÁRIO INTEGRADOR VII - C
domingo, 12 de julho de 2009
Educação a Distância: EAD

O portfólio e suas possibilidades

O portfólio como um registro de aprendizagens, que na verdade são conclusões, que vão surgindo a partir das leituras, dos debates, das reflexões e das produções escritas. Há algum tempo seria chamado de diário, mas não pode ser, pois nestes nossos tempos de atropelo não temos condições de fazer registros frequentes, mas em um esforço vamos atendendo a exigencia mínima.
sábado, 11 de julho de 2009
Racismo ou preconceito

O outro, meu espelho

Na interdisciplina de Educação especial realizamos a leitura do texto Práticas educativas: perspectivas que se abrem para a educação especial de Anna Maria Lunardi Padilha , 2000. Confesso que fiquei bastante impressionada com o relato desta profissional que conta com paixão o estudo de caso que ela realizou com uma moça portadora de necessidades especiais. A partir da reflexão compreendi algo importante que é o efeito que a inclusão tem para quem é portador. Na página 13 a autora escreve uma conclusão que levarei como aprendizegem para sempre. A partir da qual conversarei com colegas alertando para a mudança de perspectiva, ao analisar um portador de necessidades especiais: "A alma tem expressão no corpo. O corpo
do deficiente mental, muitas vezes não consegue revelar ou expressar sua alma porque está caído, desarrumado, desarmônico, inexpressivo, doente; seus movimentos sem sentido não falam ao outro sobre sua alma. É preciso desenvolver a consciência de si para que seja possível expressá-la nos movimentos do corpo, ao mesmo tempo em que os movimentos do corpo ajudam a tomar consciência de si.
O corpo necessita do outro para lhe atribuir sentido e lhe dar forma."
Eu me transformo em espelho e também utilizo o outro como espeho, ao copiar suas modas e formas de agir, isto liberta alguém que sou ou gostaria de ser, assim o portador que ainda não tem consciencia de si, vai se construindo a partir da interação, o que não aconteceria recluso em qualquer lugar. O que mudou no meu conceito é o fato de que não devemos enquanto educadores exigir que o portador se iguale em desenvolvimento ao não portador, mas que este possa desenvolver o máximo as potencialidades que estão escondidas.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Genéticamente adquirido
A genética influencia na formação da personalidade? Neste final de semana fiquei bastante concentrada no projeto do meu grupo, sobre genética. Foi bem interessante realizar as leituras sobre transtorno bipolar, depressão e suicídio. Comentando com uma colega minha que é formada em biologia, ela logo passou a explicar uma série de coisas que eu não sabia. Da nossa conversa fiz o seguinte registro, que mais tarde vou agregar no projeto.Entre os muros, as paredes e os grupos da escola
A escola, palco de tantas vivências, de tantas alegrias e conflitos. Sejam eles entre alunos, entre professores, alunos e professores, direção e professores, pais e professores, enfim são muitos mesmo. terça-feira, 16 de junho de 2009
Ser ou não ser, eis o X da questão

segunda-feira, 15 de junho de 2009
Escola, espaço de conscientização
Oi Roseli, muito bonita e profunda essa tua reflexão! Ao final da postagem, falas que a leitura te possibilitou pensar na necessidade de mudança. Chegaste a pensar em alguma ação concreta? O que poderia ser feito na escola para minimizar situações de violência e indiferença para com a realidade? valeu Sibica (tutora do PEAD da UFRGS)quarta-feira, 10 de junho de 2009
Educação, medo e indiferença!?

quinta-feira, 28 de maio de 2009
Reconsiderando, antigas aprendizagens.

A partir das reflexões já realizadas, seria interessante pensar também sobre a pertinência da utilização desse método. Consideras que ele auxilia a compreender a construção do conhecimento dos teus alunos?
Respondendo ao questionamento da tutora Sibbica, creio que se dominarmos o uso do método com certeza qualificaremos a prática e a avaliação da construção do conhecimento dos nossos alunos.
Uma outra aprendizagem que posso apontar é que a experiencia do concreto, sempre gera mais aprendizagem. O que lamento profundamente é que muitas salas de aula ainda são pautadas em práticas, que consideram esta metodologia como perda de tempos, isto sim é lamentável.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Aprender a partir do concreto

Epistemologia Genética e Construção do Conhecimento nesta atividade descobrimos as diferentes caracteristicas de cada estágio do desenvolvimento. Sãoobserváveis nos sujeitos do estágio operatório concreto (7 a 12 anos): a capacidade de discutir, pois consegue diferenciar o seu ponto de vista da idéia que o outro tem, é capaz de cooperar, conseguem argumentar mentalmente sem o uso do material concreto. N a atividade seguinte nos foi solicitado aplicar o método clínico piagetiano. Nas duas meninas que nós aplicamos a prova era clara a diferença de conservação em uma e a não consevaçao na outra. Sendo assim a que não conserva está transitando de um estágio para o outro, visto que já tem oito anos, e a outra menina que avaliamos só por curisidade na sequência, tem nove anos e tranquilamente conservou deste o inicio a quantidade. A menina de oito anos o tempo inteiro argumentava que devido a forma, mudava a quantidade e a outra menina dizia você não tirou nem colocou massa. Como é bom aprender no concreto. Olha que eu já tenho 37 anos.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Entre o sentimento. a moral e a ética

Aprender perguntando

Analisando as perguntas de outras colegas, veirifiquei que muitas vezes se confunde pergunta como tema e assunto; muitas perguntas se tornam pessoais e difíceis de responder; que as questões religiosas não são perguntas com alto grau de aprendizagem porque se referem a crenças que passam de geração a geração; que a verdadeira curiosidade é respondida a partir de uma pergunta bem formulada; que precisamos ler o que escrevemos com muito mais atenção e consciência crítica; que avaliar não é julgar, nem apontar questões pessoais." Fui buscar esta citação no blog da colega Giovana Canani.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Construção do conhecimento

Nesta última semana fomos presentados com a leitura de um texto redigido pela professora Tania Beatriz Iwaszko Marques, intitulado: Epistemologia Genética e Construção do Conhecimento. De forma clara e coesa nos apresenta um tema que é sempre discutido nas rodas de conversa sobre aprensdizagem, foi muito prazeroso ler o texto e isto acredito ser mérito da forma como a professora Tania escreve, que é um diferencial. Sempre completando suas falas com citações de outros autores enriquecendo os argumentos e as evidências. Enquanto fazia a leitura e buscava as informações necessárias para concluir minha atividade da Interdisciplina de Psicologia, fui percebendo como um texto precisa ter bons argumentos e significativas evidências, pontos estes que estão na pauta de muitas de nossas interdisciplinas. Desde o curso de Magistério (Ensino Médio) estamos em contato com terminologias como Apriorismo, Empirismo, e suas implicações, confesso que a partir das aulas da professora Ana e destas leituras que posso enfim dizer que começo a ter real noção do significado de cada uma. Umas das indagações que me motivaram a ingressar na Pedagogia foi o interesse em realmente aprender como a criança processa o conhecimento? Segundo Piaget: O nascimento da inteligência da criança, é a busca intencional do meios para atingir um fim. Assimilação e acomodação, compreender estes dois processos são os próximos passos na construção do meu conecimento.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Ser diferente é normal

domingo, 12 de abril de 2009
Entre a moral e a ética

sexta-feira, 3 de abril de 2009
Sempre é tempo de reflexões
Como vencer as barreiras, despertar nos educadores a vontade de emplementar uma educação de qualidade, abrindo espaços na escola para debates sobre a sociedade, que temos e a que queremos.
Não gostaria de eleger esta ou aquela disciplina como sendo mais ou menos significativas, pois todas foram muito importantes, abrangendo novas e diversificadas áreas.
O projeto de pesquisa nos mobilizou, apavorou, confundiu, mas também foi muito enriquecedor, tanto na questão da aprendizagem do tema escolhido, quanto do domínio das tecnologias.
O leque de estudos proporcionados pela Psicologia não poderia deixar de mencionar.
Assim considero que foi muito além das espectativas, pré estabelecidas.
Para 2009/1:
Acredito que neste semestre como em anteriores, seremos desafiadas (o), ao extremo. devendo rever conceitos, repensar práticas, redirecionar posturas, reorganizar tempos: domésticos, profissionais e de estudos.
Espero que possa agregar novos e significativos conheciementos, que qualifaicarão minha prática pedagógica e minha visão de educaçào e sociedade.
Apesar de muitas vezes perder prazos, realizo todas as atividades com interesse e com o olhar curioso de quem sempre foi apaixonada por tudo que é ligado a educação.
