Cruzando as interdisciplinas de Didática e Linguagem da Educação, ou seja direto do forum de linguagem onde várias colegas relataram que foram alfabetizadas com o Ivo, a colega Rosangela, escreveu uma pérola: as crianças não podem ser alfabetizdas com a baba do bebe, ela não escreveu bem assim eu troquei a ordem, ela escreveu "o bebe, baba", mas também direto da proposta de "temas geradores", Paulo Freire viu o mesmo Ivo, mas segundo Frei Beto, Paulo humanizou o Ivo que viu a uva, através de sua proposta de ensino, o fez compreender de onde a uva veio e o que é possivel a Ivo fazer com este fruto. quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Cruzando aprendizagens...
Cruzando as interdisciplinas de Didática e Linguagem da Educação, ou seja direto do forum de linguagem onde várias colegas relataram que foram alfabetizadas com o Ivo, a colega Rosangela, escreveu uma pérola: as crianças não podem ser alfabetizdas com a baba do bebe, ela não escreveu bem assim eu troquei a ordem, ela escreveu "o bebe, baba", mas também direto da proposta de "temas geradores", Paulo Freire viu o mesmo Ivo, mas segundo Frei Beto, Paulo humanizou o Ivo que viu a uva, através de sua proposta de ensino, o fez compreender de onde a uva veio e o que é possivel a Ivo fazer com este fruto. Conversando com Paulo...
Na interdisciplina de Didática nos foi proposta a leitura do texto: A dialogicidade, essência da educação como prática da liberdade, eu adquiri o livro em um seminário de educação em 2002,
mas ainda não tinha realizado a leitura completa do livro, faço isto com muitos livros que compro, leio o que tenho interesse no momento e quando é solicitado, como é o caso. Confesso que escolhi o titulo desta postagem depois de iniciar a leitura do texto, é muito bom, e o que é mais bacana, enquanto eu lia, pensava no educador, falando com sua expressão, calma, mas convicta, de quem realmente acredita no que está dizendo. Escolhi algumas frases que gostaria de destacar: "Daí que dizer a palavra verdadeira seja transformar o mundo." (FREIRE, 1987. P. 77). Segue falando da palavra sacrificada, oca, esgotada de sua ação, o que não denuncia o mundo, também não o transforma. O educador fala com prorpiedade de palavras que demadam ação, como: o amor, a verdade, a esperança, reflexão, todas conectadas ao diálogo, porque só há diálogo quando todos estes sentimentos estão presentes. Complementa que a vida não pode ser muda, nem alimentar-se de falsas palavras, então convoca a todos para que se comprometam com a vida, buscando no diálogo o olhar investigativo do educador que se inquieta com sua prática. Fascinantemente ele descreve a relação como horizontal, onde eu não sou o único dono da verdade e o outro não é um "nativo infeior". Que o objetivo na educaçào não é investigar o homem, mas como ele pensa sua vida e que linguagens utiliza. Concordando, discordando - confusa, cansada - inexpressiva...
Esta postagem poderia ser um De-batendo II, mas quero também envergar por outras reflexões. Na aula presencial em que discutimos com a professora Liliana, a atividade de debater as teses de PAS, a maioria concordou inclusive a professora que foi extensiva e, que muitos acabaram se tornando repetitivos, pois como eram muitas teses e nós repetimos posicionamentos e argumentos diversas vezes, ficamos sem repertório. Porém bastante válida no sentido de pensar e repensar as teses, que serão norteadores das nossas práticas no próximo semestre.
De-batendo PAs - Antes eu só ensinava, agora os alunos aprendem!?
Ao longo do curso não parei nenhuma vez para realmente me posicionar frente a proposta do trabalho a partir de PAs. Penso agora na iminência da prática e com as atividades realizadas neste semestre, sistematizando aprendizagens, considero que é o momento de também fazer algumas reflexões, externar anseios e quem sabe afastar medos. Sempre considerei o trabalho por projetos a melhor forma de sintetizar conhecimentos, pois envolve o aluno de forma que ele é incentivado a buscar conhecimento, mas a forma de organizar os projetos é diferente desta proposta de PAs, diz a colega Simone Scherer, que nós fomos oorientadas no Médio, magistério, a trabalhar com projeto de ensino e agora vamos trabalhar com projetos de aprendizagem. Olha que tracadilho interessante: Antes eu só ensinava, agora os alunos aprendem!? Bem "se o conhecimento é movido pelas perguntas e não pelas respostas", como afirma o slogan, que circula na mídia, é meio idiota ficar na contramão. quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A sala de aula do EJA.


Três sala de Educação de Jovens e Adultos. O que tem nestas três salas? *pessoas; *professores; quadro; mesas, caderno, lápis, borracha... Estão enquadrados no "modelo escolar" descrito por Marta Kohl de Oliveira no texto: Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Quem aprende? Quem educa? Como são organizados os currículos para esta clientela? A metodologia utilizada é a mesma das crianças e adolescentes? Como e o que eles pensam? Quais são suas reais necessidades ao procurar a escola dartiamente na vida? O profissional foi orientado quanto as particularidades do grupo? Ao iniciar sua prática vai considerar a diversidade cultural deste aluno? Vai compreender que ele é tào inseguro quantos outros alunos, apesar da idade, que ele sente vergonha por não ter frequentado a escola no tempo apropriado? São muitas perguntas, necessitam de respostas. Oliveira no referido texto aponta vários nortes, que qualificam a prática educativa. Refletir sobre a origem, sobre metodologias para alunos que nunca estiveram, ou já faz muito tempo que estiveram em sala de aula, abordar as vivencias podem contribuir para que a aprendizagem se transforme e algo significativo e portanto evitar a evasào escolar.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem. Revista Brasileira de Educação, Set./Out./Nov./Dez. 1999. n.12, p.59-73.
Fonte de imagens:www.imgens.google.com.br
A surdez de quem ouve
Talvez a imagem seja um pouco exagerada, mas partindo da minha própria experiência e considerando as leituras, as imagens e o esforço da professora na última aula presencial, penso que era mais ou menos assim minha configuração antes da interdisciplina de Libras e confesso até há algun dias. Quando assisti os filmes: Seu nome é Jonas e Menino selvagem, ambos tratam da surdez de meninos. Os dois foram afastados do convívio familiar, os dois tem a oportunidade de serem reintegrados na sociedade, através de uma educação específica, elaborada por pessoas que acreditaram ser possível desenvolver potencialidades, que apesar de que um dos cinco sentidos estava comprometido, quatro ainda poderiam dignificar e qualificar a vida destas pessoas. No primeiro filme fiquei revoltada com a rejeição dos vizinhos e o constrangimento do pai e no segundo com a curiosidade descarada dos parisienses, que visitavam o menino como se fosse um animal e que deveria ser exposto. A rejeição dos meninos da escola também me fez pensar, que muitas vezes rejeitamos colegas, amigos, familiares por motivos de inveja ou mesquinharia. Geralemente são pessoas que compreendemos, mas que a persanalidade humana rejeita. Não sei ao certo se o constragimento vem da não compreensão ou de uma cultura de exclusão, mas que ele esta presente está. Constato que só eliminndo a surdez de quem é ouvinte e abrindo o leque de perspectivas e conhecimento que nos foi oportunizado que é que a situação será amenizada, porque o professor junto ao aluno, principalmente de séries iniciais, ainda tem muita credibilidade, para os alunos maiores, penso que devem passar pela mesma experiência que nós, assistir os vídeos, participar de debates e ter oportunizado aulas de Libras. Só assim o respeito, a convivência e a interção serão estabelecidos.Projetar este é o caminho
"Afinal as cianças não estão num dado momento, sendo preparadas para a vida e, no outro vivendo..." John Dewey.Se enumerassemos estas figuras do um ao quatro:
Na interdisciplina de Didática fomos orientados a ler o texto: "O pensador que levou a prática para escola" de John Dewey.
