
sábado, 11 de julho de 2009
Racismo ou preconceito

O outro, meu espelho

Na interdisciplina de Educação especial realizamos a leitura do texto Práticas educativas: perspectivas que se abrem para a educação especial de Anna Maria Lunardi Padilha , 2000. Confesso que fiquei bastante impressionada com o relato desta profissional que conta com paixão o estudo de caso que ela realizou com uma moça portadora de necessidades especiais. A partir da reflexão compreendi algo importante que é o efeito que a inclusão tem para quem é portador. Na página 13 a autora escreve uma conclusão que levarei como aprendizegem para sempre. A partir da qual conversarei com colegas alertando para a mudança de perspectiva, ao analisar um portador de necessidades especiais: "A alma tem expressão no corpo. O corpo
do deficiente mental, muitas vezes não consegue revelar ou expressar sua alma porque está caído, desarrumado, desarmônico, inexpressivo, doente; seus movimentos sem sentido não falam ao outro sobre sua alma. É preciso desenvolver a consciência de si para que seja possível expressá-la nos movimentos do corpo, ao mesmo tempo em que os movimentos do corpo ajudam a tomar consciência de si.
O corpo necessita do outro para lhe atribuir sentido e lhe dar forma."
Eu me transformo em espelho e também utilizo o outro como espeho, ao copiar suas modas e formas de agir, isto liberta alguém que sou ou gostaria de ser, assim o portador que ainda não tem consciencia de si, vai se construindo a partir da interação, o que não aconteceria recluso em qualquer lugar. O que mudou no meu conceito é o fato de que não devemos enquanto educadores exigir que o portador se iguale em desenvolvimento ao não portador, mas que este possa desenvolver o máximo as potencialidades que estão escondidas.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Genéticamente adquirido
A genética influencia na formação da personalidade? Neste final de semana fiquei bastante concentrada no projeto do meu grupo, sobre genética. Foi bem interessante realizar as leituras sobre transtorno bipolar, depressão e suicídio. Comentando com uma colega minha que é formada em biologia, ela logo passou a explicar uma série de coisas que eu não sabia. Da nossa conversa fiz o seguinte registro, que mais tarde vou agregar no projeto.Entre os muros, as paredes e os grupos da escola
A escola, palco de tantas vivências, de tantas alegrias e conflitos. Sejam eles entre alunos, entre professores, alunos e professores, direção e professores, pais e professores, enfim são muitos mesmo. terça-feira, 16 de junho de 2009
Ser ou não ser, eis o X da questão

segunda-feira, 15 de junho de 2009
Escola, espaço de conscientização
Oi Roseli, muito bonita e profunda essa tua reflexão! Ao final da postagem, falas que a leitura te possibilitou pensar na necessidade de mudança. Chegaste a pensar em alguma ação concreta? O que poderia ser feito na escola para minimizar situações de violência e indiferença para com a realidade? valeu Sibica (tutora do PEAD da UFRGS)quarta-feira, 10 de junho de 2009
Educação, medo e indiferença!?

